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sábado, maio 20, 2006

Googladas que vieram ter aqui 

Especialidades do dia:

1. ?casar com russo ou romeno?
2. ?onde anda david duchovny??
3. ?sítios para casar na bobadela?
LFB

sexta-feira, maio 19, 2006

surrealistas da vida de momentos compêndio III 

Esta aconteceu a um amigo meu, uma pessoa bondosa que acredita na espécie humana. Uma pessoa querida, no fundo.
Por alguma razão, às tantas da manhã, precisou de levar a namorada a uma farmácia de serviço lá para os lados dos Prazeres. Quando ela foi meter conversa com o farmacêutico, apareceu vindo do nada um senhor drogado que abordou esse amigo, sentado no carro a pensar na vida. O rapaz tinha um problema. Devido ao vento e ao frio, não conseguia preparar a dose e perguntava educadamente se podia ir para o banco traseiro. Por mais estranho que pareça, ele aceitou. Enquanto lá atrás se preparava um refogado de brown sugar com uma pitada de limão, a namorada entrou no carro e continuaram a conversa (sobre o que é que um casal conversa em tão estranha companhia?). O mais interessante é que a história não mete casos de polícia, porque o rapaz pegou na seringa pronta, agradeceu e continuou a sua actividade noutro lado. A namorada curou-se da sua doença. E esse amigo continua a ajudar as pessoas, prestes a ser santificado. REC

Great Britain 5 

O coro da missa das cinco todos os domingos no King?s College.

Seguido de scones and a proper cup of tea numa das tea houses de Cambridge.

As time goes by 

A minha avó -nao porque fosse rica mas porque era generosa- costumava dar-me quinhentos escudos para comprar gelados na geladaria Roma.

Quinhentos escudos numa altura em que o gelado mais barato da olá (o de laranja/ananás) custava 7$50 e cada carteira de cromos da colecção do Lucky Lucke ou da Heidi 2.$50.
A minha mãe obrigava-me a dizer mais de metade das vezes: Não, muito obrigada, vóvó.


Agora cada ida de metro custa-me 600$00 (2 pounds) e a minha sobrinha relembra-me pelo telefone qual é o presente que me vais trazer?


vamos lá encontrar a vaca 

Confesso que não exulto com a quantidade de vacas que andam por aí a "enfeitar" a calçada lisboeta. Mas até aceito, pronto. O que me chateia mais é o histerismo mediático criado à sua volta.
Não bastava a ampla cobertura jornalística da destruição de uns pintainhos a adornar a cabeça da vaca Piu-Piu (sic). Agora anda tudo em polvorosa após o roubo escandaloso da Cowpywright (mais um nome genial), exposta no Campo Pequeno. Entrevistas de rua com pessoas indignadas, polícias a comentar a peripécia e até a empresa patrocinadora achou por bem emitir um comunicado, em que proclama que "o desaparecimento deste bovino foi detectado por várias pessoas, que em colaboração com a organização, foi participado às autoridades competentes". A organização apela agora "a todos os cidadãos, em particular aos taxistas (?), que reúnam esforços para devolver à cidade de Lisboa uma das obras que integram o maior evento de arte pública contemporânea realizado em Portugal". Fiquem atentos: se, por exemplo, forem a casa de uns amigos e repararem num focinho estranho a espreitar do armário, comuniquem logo o facto às "autoridades competentes". REC

p.s. antes que desatem todos a injuriar o país ("isto só aqui"), lembro que também em Edimburgo e Barcelona deceparam alguns bichos. E com isto não pretendo defender estes actos, evidentemente.

quinta-feira, maio 18, 2006

compêndio de momentos surrealistas da vida II 

Passear com um amigo pela cidade a acordar com os primeiros raios de sol e decidir pegar no carro para rumar ao Sul, essa quimera. Esquecendo a falta de cartões multibanco e trocos. Dormir na praia, contar as moedas para uma sopa a dois e reparar que não tínhamos dinheiro para a portagem. Por milagre, descobrimos nos bolsos uma raspadinha com o valor de 300 escudos. O único problema: ser domingo e não haver papelarias abertas que nos trocassem aquele papel morto por dinheiro vivo. Solução de recurso: parar à frente de um centro comercial em Fernão Ferro e abordar as pessoas para encetar um possível negócio. Depois de muitos olhares de soslaio, resultou. E lá atravessámos a ponte, orgulhosos. A felicidade das coisas simples da vida. REC

compêndio de momentos surrealistas da vida 

(apanhado de vivências que foram tendo comigo ao longo dos anos)

A vaguear às 2 horas de uma manhã invernal por um subúrbio de Barcelona, após ter sido expulso de casa pelo pai de uma amiga. No meu bolso, apenas as moedas para me enfiar numa cabine telefónica e telefonar para um amigo em Lisboa a partilhar o meu desespero. Porque o raio do catalão nem teve a dignidade suficiente para imitar os filmes e atirar a minha mala do 10.º andar. REC

Lords and Ladies 


A propósito de um meu post um amigo monárquico tenta convencer-me que uma monarquia no século XXI em Portugal instituiria uma espécie de Câmara dos Lordes, uma nobreza merecida por feitos artísticos, científicos, políticos, humanitários.


Candidatos a Lords e Ladies não nos faltariam: Herman José, J.Hermano Saraiva, Maria João Pires, José Cid, Mízia, José Guimarães, Cutileiro, Siza Vieira, Ramalho Eanes, Pinto Balsemão, Marcelo Rebello de Sousa, Soares, os presidentes da AMI, Vitor Nobre, da Quercus, Viriato Soromenho Marques?


Alguns tenho que riscar porque estrangeiraram: José Saramago, António Damásio, Paula Rêgo, Eduardo Lourenço.


Safa, teríamos uma Câmara em cheio!

clara


uma questão de perspectiva 

"Pensando bem, as teorias do casamento de Jesus e Maria Madalena ao menos provam que, afinal, ao contrário de outras teorias, Jesus não era gay."

Ian McKellen, actor no filme O Código Da Vinci

REC

Marriage 


Keep your eyes wide open before marriage

Half shut, afterwards


Benjamim Franklin


e, como aqui é de graça... 

Desculpem, companheiros, mas assim poupo em telemóvel: de facto, o lançamento é dia 13, terça-feira, e não domingo - como anunciei certamente sob a influência de gambas fora do prazo. A menos que a editora se tenha equivocado e seja dia 11... a ver vamos. Confirmo tudo na próxima terça.
Até lá, não haverá de facto jantarada com as editoras este fim-de-semana porque estão ocupadas a descobrir o próximo prémio Nobel. Por mim, esperam-me as baleias do Pico, corridas em moto 4 e uma subida ao pico do dito. Aquele abraço! LFB

googladas que correram mal e trouxeram aqui 

Top 3 do dia:

1. "melher (sic) de napoleão"

2. "sou casada mas amo o amigo dele"

3. "quero casar com japonês"
LFB

tudo bem que é meu irmão, mas já chega! 

Clara, fiquei sinceramente ofendido por - no teu post "Countryside" - teres citado uma música do Vitorino e não minha!

ass., Janita

quarta-feira, maio 17, 2006

manual para frases pós-separação 

Ontem, sentadinho no metro, tive a oportunidade de ouvir a melhor frase para explicar a amigos e conhecidos a situação incómoda da separação. Ao meu lado, um rapaz com um leve toque gótico-suburbano, diria 25 anos, que encontra uma conhecida com quem deve ter andado na Escola C+S. Beijinhos para cá e para lá, como é que estás e por aí fora, até que ela lhe pergunta "e a tua fofinha, como é que está?" e o tipo sai-se com esta maravilha: "a minha fofinha já não é fofa e já não é minha". Uns segundos de silêncio incómodo e depois ainda acrescenta "mas ´tá bem". REC

guitarras na praia das maçãs 

Como sempre, chego atrasado. Mas chego. Saio do autocarro e entro nesta reunião quase-familiar, dou beijinhos à esquerda e à direita e uns abraços. E sinto o ambiente deste reencontro, que me faz lembrar a reabertura da casa de férias. Abrem-se as portadas, deixa-se entrar o ar, retiram-se as coberturas dos sofás, limpa-se o chão e enche-se a despensa. Aos poucos, os amigos vão chegando. Prepara-se o jantar e alguém (há sempre alguém) vai buscar a guitarra. Quase no final da noite, chega o tipo atrasado. Aquele que nesses Verões adolescentes passados na Praia das Maçãs invariavelmente ficava com a rapariga que adormece ao som da guitarra. REC

Countryside 



Sussex, Cambridge, Woodstock, Oxford.

Very nice .. Especialmente se o passeio por frescos campos, pasto para lanhudos e protentosos habitantes, não acaba num banho de água; se o sol surge por alguns minutos antes de se voltar a esconder, se os amigos cozinham bacon and eggs, roasted lamb with parsnip, uma pie, uma apple crumble, se os corpos aquecem com uma cup of tea frente à lareira.
Especialmente quando se dorme numa casa recuperada com trezentos anos de idade onde em tempos cabiam várias famílias - os escravos de Blenheim Palace onde os Dukes of Marlborough (John Churchill) ainda vivem (e alimentam a gossip do povoado) numa das alas que falta arrendar à sociedade de dentistas da terra.

Especialmente quando se pode regressar a Londres, olhar o castanheiro em flor da Square, sonhar com uma pastelaria, que grande invenção essa! uma meia-de-leite, uma torrada, pastéis de nata, sardinha assada, sangria, umas férias frente ao mar, banhos de sal e areia, petiscos à sombra na hora de maior calor, uma brisa que afogue o calor da noite e o resto que me chega numa cantiga do Vitorino:

Alguma coisa onde tu ao norte beijasses nos olhos os navios
E eu rasgasse o teu retrato
Para vê-lo passar na direcção dos rios
Alguma coisa onde tu corresses numa rua com portas para o mar
E eu morresse para ouvir-te sonhar
(Vitorino, Poema)
clara

Great Britain 4 


A seca chegou ao Reino Unido e a Tames Water Company enviou por correio a todos os seus clientes uma carta intitulada Lets beat the droungt together!

Começando por informar o dear customer que montou uma operação de reparação das canalizações com mais de 150 anos de existência responsáveis pelo desperdício de 40% da água do Tamisa antes de chegar às casas dos londrinos, pede desculpas por tomar medidas como o racionamento da água destinada à jardinagem-regra que por mais ofensiva da british obsession with gardening ninguém ousaria infringir, prepara os espíritos para medidas mais drásticas que poderão ser implementadas por uma Drough Order a ser tomada em 6 semanas! e agradece aos cidadãos que já terão começado a poupar no consumo de água.

A Tames Water não anda propriamente nos melhores lençóis da opinião pública e esta campanha visa recuperar a imagem de uma companhia cujas tabelas cobram por fogo regarthless the number of inhabitants, nevertheless it shows the best of an informative society: www.thameswater.co.uk.
Thanks Jeremy,

clara

mesmo a fechar a Feira do Livro 

ok, já temos data:

o livro homónimo do Desejo Casar será lançado pelas 21h de dia 13 de Junho, domingo,
no espaço principal da Feira do Livro de Lisboa e será, assim, o último evento da FL de 2006.


Contamos com a presença dos nossos leitores, assim como na festa que publicitaremos oportunamente e que celebrará a ocasião com DJ's casadoiros, copo d'água e as tradicionais figuras tristes que sempre acontecem em qualquer casamento que se preze.
LFB

buscas no google que conduziram ao DC 

TOP 3 de ontem:

1. "sou casada, mas desejo outro"

2. "actores porno precisam-se"

3. "fotografias dos pipis das mulheres"
LFB

terça-feira, maio 16, 2006

Bithday Picninc 


Primeira lição: Desde que não chova, mesmo que o céu esteja nublado e instável, grande sorte! O piquenique pode ter lugar e não temos que seguir o plano alternativo: pub.

Segunda lição: No meio de um agrupamento de gente sem qualquer vaidade física nem intelectual, falo com uma professora de Estudos Clássicos em Oxford, ou melhor ouço-a falar sobre Tácito.
Quando fico sózinha Lady A. socorre-me. Num discorrer fluido, treinado em afastar pausas e intimidações, conhecedor da natureza humana plantada nos quatro cantos do mundo: Quando tinha 36 anos já tinha vivido mais tempo no estrangeiro do que aqui, diz-me que a sua única preocupação foi instilar unpretentious nos seus quatro filhos.
Lady A. não tem vaidades que a atrapalhem, a sua distinção está nessa consideração e atenção que oferece aos outros e na valorização que faz da sua originalidade e do que há de único em cada ser humano.

Não posso evitar a comparação entre Lord e Lady A., ou entre Mrs M. médica de uma família milionária que toda a vida comprou comida com o desconto do último dia da display date, hard working people, arredios à sombra de privilégios, personalidades intrigantes, excêntricas ou únicas e a upper class portuguesa, mesmo se hard(?) working e com alguma distincao humana, raramente possuidora de brilho intelectual e a maioria so plain, desprovida de qualquer originalidade, atrapalhada em mostrar vaidades e em copiar-se endemicamente nas marcas mais superficiais e fúteis.

Aqui encontro o esteio de uma cultura do mérito. O coração de uma sociedade civil. O que há de saudável e que protege contra tentações de iniquidade, aqui out of the blue os piores instintos são domados pelas instituições.

clara

Cabeça de Burro 1999 

Caricatura de Gustavo Doré


[retirado daqui]


Scolari blá, blá, blá 

[também publicado aqui]


Hugo Viana? Costinha? Maniche? Hélder Postiga? Ricardo Costa?
Alguém se lembra deles? Sim, o seleccionador Scolari. De dedo em riste aos jornalistas, por entre muito blá, blá, blá e referências intencionais a «hierarquia» e comando dos sub-21, Felipão mostrou que não os esquece, mesmo quando futebolisticamente eles inexistem, ou inexistem a tempo inteiro. Há lugar na selecção nacional de futebol para jogadores que passaram meio ano sem bola, e há inclusivamente lugar para Bruno Vale, mesmo que isso implique retirar aos sub-21 o seu guarda-redes natural para colocá-lo nas reservas do próximo Mundial. Há lugar para estes todos, mas não há lugar para o Ricardo Quaresma ou o Tonel, o Ricardo Rocha ou o Vítor Baía, o Raul Meireles ou o João Moutinho, o João Tomás ou o Pedro Emanuel.

a música e a ironia - 35 

"A Forest", dos Cure, num carro de bombeiros acelerando a meio de um Verão português. LFB

a música e a ironia - 34 

"Absolute Beginners", de David Bowie, foi a música que lhe apeteceu ouvir - no velho rádio com leitor de cassetes, mal chegou a casa após o seu último dia de trabalho. LFB

segunda-feira, maio 15, 2006

Conselhos gratuitos à Câmara de Alcácer do Sal 

Depois de um fim-de-semana pela zona, alguns conselhos gratuitos à edilidade, apenas como contributo cívico à República:

- Pode valer a pena ter mais que dois caixotes do lixo na localidade ou, pelo menos, tentar que os dois existentes não se encontrem a apenas vinte metros um do outro;
- Está muito simpática a marginal e mais estaria ainda se não fosse afinal uma pista de lançamento para amantes do tunning e para pescadores de cavalas doentes;
- Também não seria mal visto se o passeio na marginal, em algumas zonas onde as pessoas supostamente andam, tivesse mais de 5 centímetros de largura, sob pena de parecermos todos mais ridículos do que somos;
- As montras das lojas da rua principal estão feitas para deprimir até à morte finlandeses suicidas - a solução, final, é, pura e simplesmente, proibir o comércio ou transferi-lo para a net, onde o gosto pode ser procurado ou anulado com um simples clique;
- Existem uns monos metálicos, com ar modernaço e bandeirinhas do FEDER, que aparentemente não servem para nada - eu percebo que os fundos comunitários têm de ser gastos, mas podia facilmente transformar-se aquilo em: a) pit stop de cegonhas; b) espaço dedicado aos grafiteiros da zona; c) arte moderna; d) monumento aos autarcas portugueses. Todas estas hipóteses, ainda por cima cumuláveis, apenas exigem uma plaquinha (custo estimado - 25 euros por mono);
- Prédios diversos a ruir no centro da localidade dão-lhe, é certo, um ar cosmopolita, aparentado com o da capital, mas talvez o modelo urbano a seguir devesse ser outro.

E pronto. Conselhos de borla. Onde é que ainda há disto?
MR

Great Britain 3 

Um dos pubs da vizinhança reabriu com nova gerência. Nova cara também.

As paredes de verde passaram a brancas e a alcatifa encarnada foi arrancada, mostrando agora um bonito sobrado de madeira. Perdeu-se a quinta-essência de um pub londrino e muita da lixeira necessária a esse charme, apesar de ainda se preservarem os sofás de couro e os bancos altos frente ao bar estofados de verde.


À entrada quem por curiosidade recolha uma carta fechada dirigida ao dear neighbour fica a saber que durante duas semanas o restaurante oferece um desconto de 50% e que o sample food menu regista uma sensibilidade ?orgânica? e nutricionista. Agora a consciência pesa quando se pode escolher entre um burguer,steak,fish & chips ou um wilde sea-bass ou até um linguado with grean beans!

Fica-se também a saber que o grande desejo deste pub é o de ser one of London s best, and best loved, community pubs e que temos permissão para aparecer a qualquer momento e apresentarmo-nos ao gerente.


Progress yes, but good old Britishness remains! Best wishes too, Ruppert!

Clara


Great Britain 2 

Sir Alan Sugar é um Sir que se fez Sir. É bonito ver a reverência com que o Finantial Times Weekend desta semana o trata:

The first word that comes to mind when I think of Sir Alan is ?yeach!?. The second is ?thug?. The third is ?ugly!?. ?Yeach! He?s an ugly thug! Sir Alan seems to imagine that wealth offers a licence to be rude, crude and insensitive!

Dear Alan what are they saying?!


clara

Great Britain 1 

I told my husband: I am going to blog about the great things of Britishness. Could I use the title Great Britain?

-You don?t think the British with their subtlety towards language never thought about that, do you?

clara


Dobradinha 

Prefiro esta.

[também aqui]

a música e a ironia - 33 

"Just can't get enough", Depeche Mode, saía das colunas do bar onde o bêbedo era espancado à porta. LFB

a música e a ironia - 32 

Depois do acidente, o carro ficou inutilizado, mas o rádio continuou a tocar "Trash", dos Suede. LFB

domingo, maio 14, 2006

a música e a ironia - 31 

A música preferida do cego era "I'll be watching you", Police. LFB

frases ouvidas nas noites deste fim-de-semana - 2 

Conversa entre dois homens:

"- Tens saudades dela?
- Dela, não. Mas tenho saudades de nós". LFB

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